Concurso Correios 2011 – Dicas de estudo

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Concurso Correios 2011

Com o período de inscrições encerrado, o concurso dos Correios 2011 já conta com aproximadamente 1,5 milhão de candidatos, segundo estimativa do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. A apuração do total de inscrições recebidas ainda não terminou, mas este certamente já tem o maior número de inscritos contabilizado em um concurso no País. Estão em disputa nada menos que 9.190 vagas em todo o território brasileiro, distribuídas em cargos de níveis médio, técnico e superior. No dia 15 de maio, esses milhares de concurseiros deverão ser submetidos às provas objetivas. Faltando menos de um mês para o exame, professores de Informática, Matemática e Português comentam as disciplinas cobradas no certame.

Informática

Para agente de Correios, pede-se o assunto de Hardware, Windows (versões XP e/ou Vista), Microsoft Office e Internet. Para este, acredito, apesar de não estar especificado, que o Office seja a versão 2003, até mesmo porque a mudança do 2003 se deu apenas direto para o 2010, que é cobrado nos demais cargos. O Office 2007 (versão intermediária entre o 2003 e o 2010) pode não vir a ser cobrado (mas isso também é apenas especulação, porque neste edital eles não disseram nada sobre versões).
Para a prova dos demais cargos, de níveis médio e superior, o edital é mais exigente, embora não esteja cobrando o assunto de Hardware (parte física do micro), como no edital de agente. Neste, temos: Internet, Windows 7, Office 2010 (a mais nova versão) e BrOffice. O Windows 7 ainda é muito novo, não há publicações para concursos sobre ele (esta, na verdade, é a primeira vez que um concurso grande pede Windows 7). Office 2010 também é recente para concursos. Esta é, provavelmente, a primeira vez que ele é cobrado nessa versão.
João Antônio – autor dos livros “Informática para concursos” e “Noções de informática para concursos” (editora Campus/Elsevier).

Matemática

Com relação à matemática, o candidato não deve se preocupar em memorizar as diversas fórmulas aprendidas no ensino médio. O mais importante é entender os conceitos e praticar exercícios de provas anteriores, pois com isso ele estará desenvolvendo a sua capacidade de raciocínio. Vale ressaltar que existem alguns pontos do conteúdo programático em que as fórmulas são imprescindíveis, como é o caso da geometria. As provas de matemática de concursos públicos podem ser resolvidas quase que na sua maioria pelo uso do raciocínio. Dificilmente teremos uma questão do tipo “calcule”, ou “encontre o valor de”. As questões de concursos possuem um texto a ser interpretado. O primeiro passo é ler atentamente esse enunciado, às vezes mais de uma vez, e extrair dele o que é necessário para a resolução da questão. Feito isso, partimos para o desenvolvimento, sempre procurando usar a nossa capacidade de raciocinar.
Marcelo Lima – autor do livro “Matemática e Raciocínio Lógico – Cespe/UnB” (editora Campus/Elsevier).

Português

Na prova de português, o que é mais cobrado é a interpretação de textos, em que o examinador procura exercitar o raciocínio do candidato, para saber se ele apreendeu a mensagem do texto e se está atento para as várias armadilhas de uma leitura superficial e para as qualidades, defeitos, sutilezas e riquezas que o texto apresenta. É na interpretação do texto que o examinador vai questionar a coesão e a coerência, os termos relacionais, principalmente as conjunções, preposições e uso das classes de palavras, bem como a correlação verbal e a paráfrase (reescritura de um texto) dentro das normas linguísticas.
Antônio de Oliveira Lima – autor do livro “Gramática Simples e Fácil para Concursos” (editora Campus-Elsevier).

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